Agendar diagnóstico
Integração oficial Agendor · via projeto

O negócio é ganho no Agendor. O pedido nasce no ERP. Ninguém digita duas vezes.

O Datasync é a ponte entre os sistemas que a sua empresa já usa. Agendor e SAP Business One é a travessia mais pedida — mas o motor é o mesmo para Protheus, Sankhya, Senior, Omie ou o sistema que só existe na sua casa.

Agendoronde a venda acontece
negócio ganho
GP
Datasyncvalida · converte · versiona · registra
pedido de venda
SAP
SAP Business Oneonde a operação executa
e de volta, no mesmo trilho: catálogo · tabela de preço · limite de crédito · status da nota

Cada travessia fica registrada: de qual negócio veio, com qual de-para, em qual execução — e pode ser reprocessada sem duplicar nada.

🌉 21 sistemas conectáveis 🔁 Replay de qualquer travessia 🔎 Lineage + audit log 365 dias 🔒 LGPD & SOC2 compliant
O custo de não ter ponte

Entre o "ganhamos" e o "faturamos" tem uma pessoa digitando.

O vendedor fecha no Agendor. Alguém do back office abre o ERP, procura o cliente, confere o CNPJ, digita os itens, escolhe a tabela de preço e cria o pedido. Todo dia. E quando erra, o erro só aparece na nota fiscal.

Sem ponte, ou com ponte ponto-a-ponto
  • Digitação dupla: o mesmo pedido nasce duas vezes, com duas chances de erro.
  • Cadastro divergente: o cliente é "Indústria ABC Ltda" no CRM e "ABC IND LTDA" no ERP.
  • Vendedor negocia com preço vencido, porque o catálogo do CRM ficou parado.
  • Venda fechada para cliente bloqueado no financeiro — descoberto no faturamento.
  • Se o ERP estava fora do ar na hora da carga, aquele pedido simplesmente sumiu.
  • Cada novo sistema é um projeto novo do zero, e o desenho vira espaguete.
Com o Datasync no meio
  • Negócio ganho vira pedido de venda no ERP, sem ninguém digitar.
  • De-para por CNPJ com chave persistida: um cliente, um código, nos dois lados.
  • Catálogo e tabela de preço do ERP chegam atualizados ao funil do vendedor.
  • Limite de crédito e situação financeira visíveis antes de fechar, não depois.
  • ERP fora do ar? A travessia fica na fila e reprocessa sozinha quando voltar.
  • A segunda ponte reaproveita o modelo canônico da primeira.

Integração ponto-a-ponto resolve o problema de hoje e cria o problema de depois: com quatro sistemas você tem seis pontes para manter, e nenhuma delas sabe o que a outra fez.

O Datasync coloca um modelo canônico no meio. Você conecta N sistemas ao centro, não todos entre si.
O que atravessa a ponte

Nos dois sentidos, porque integração de mão única não resolve.

A maior parte das integrações de CRM só empurra pedido para o ERP. O caminho de volta é o que faz o vendedor confiar no CRM — e é onde quase todo projeto ponto-a-ponto para.

Agendor para o ERP
  • Negócio ganho vira pedido de vendaItens, quantidades, tabela de preço aplicada, condição de pagamento, vendedor e centro de custo, com número do pedido devolvido para o negócio no Agendor.
  • Cliente novo vira parceiro de negócioCadastro criado no ERP com CNPJ validado, endereço, inscrição estadual e contatos — ou vinculado ao cadastro que já existia, sem duplicar.
  • Proposta vira cotaçãoPara quem trabalha com aprovação formal, a proposta do funil vira cotação no ERP antes de virar pedido.
  • Atualização de cadastroMudou telefone, endereço de entrega ou contato no CRM? A alteração desce para o ERP na mesma travessia.
ERP para o Agendor
  • Catálogo e tabela de preçoProdutos ativos, unidade, preço por lista e por cliente. O vendedor negocia com o preço de hoje, não com o do último export.
  • Limite de crédito e situação financeiraCliente bloqueado, com título vencido ou sem limite aparece assim no CRM — antes de o desconto ser prometido.
  • Status do pedido e da notaSeparado, faturado, despachado, entregue. O vendedor responde ao cliente sem ligar para o back office.
  • Histórico de faturamentoO que o cliente realmente comprou, com devolução e desconto — a base para cobertura de carteira e cross-sell no funil.
Nem tudo precisa atravessar. Parte do valor do diagnóstico é decidir o que não integrar. Ponte demais é tão ruim quanto ponte de menos: cada campo sincronizado é um campo que alguém vai ter que manter quando o ERP mudar de versão.
Plataforma de pontes, não uma ponte

A diferença aparece no segundo ano, não na primeira semana.

Qualquer integrador competente conecta Agendor e SAP B1. O que separa um projeto de uma plataforma é o que acontece quando o pedido falha, quando alguém pergunta o porquê, e quando chega o terceiro sistema.

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Modelo canônico no meio

Cliente, produto, preço e pedido têm uma definição única no centro. Conectar o quarto sistema é mapear para o canônico, não escrever mais quatro integrações.

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Valida antes de gravar

Pandera e dbt-tests rodam na travessia: CNPJ inválido, produto inexistente, preço fora da tabela, campo obrigatório vazio. O que não passa vai para a fila de exceção — não para dentro do ERP.

🔁

Memória e replay

Toda travessia fica registrada em camada imutável. ERP fora do ar, timeout, sessão expirada: reprocessa do ponto exato, sem duplicar o pedido.

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Lineage de ponta a ponta

Este pedido no SAP veio deste negócio no Agendor, com este de-para de cliente, esta tabela de preço, nesta execução, às 14h32. Auditoria responde sozinha.

🚨

Exceção com dono

Falhou? Alguém é avisado por e-mail ou Slack, com o motivo em português e o registro exato. Integração silenciosa é integração que ninguém confia.

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A análise vem junto

Tudo que atravessa a ponte já fica organizado em Bronze, Silver e Gold. O mesmo pipeline que sincroniza alimenta o Power BI e o DataMind, sem projeto extra.

Catálogo de travessias

A primeira ponte é a mais cara. A partir da segunda, é configuração.

AgendorSAP Business OneTOTVS ProtheusSankhyaSeniorOmieBlingOracleSQL ServerPostgreSQLMySQLSalesforceHubSpotShopifyStripeSharePointGoogle SheetsExcelPower BIAPI REST genérica+ sob medida

Se o sistema tem API ou banco acessível, ele entra no catálogo. Sistemas legados sem API entram por leitura de banco ou arquivo, com o mesmo tratamento de qualidade e replay.

Comparativo honesto

Três caminhos para ligar o CRM ao ERP

CritérioProjeto ponto-a-pontoiPaaS genéricoDatasync
Primeira ponte no arRápido, se o escopo for pequenoMuito rápidoComparável ao projeto, com governança desde o dia 1
Quarto sistemaMais um projeto do zeroMais um punhado de fluxos para manterMapeia para o canônico existente
Falha no meio da travessiaDepende do que foi previstoRetry simples, sem estadoReplay do ponto exato, sem duplicar
Validação antes de gravarCostuma ficar de fora do escopoNão é o propósitoPandera + dbt-tests na travessia
"De onde veio esse pedido?"Log de aplicação, se houverHistórico por execuçãoLineage visual + audit log 365 dias
Volume alto e carga históricaSofreCusto por operação cresce rápidoClickHouse, na sua nuvem
Analytics no mesmo pipelineProjeto separadoNão fazBronze, Silver e Gold já saem prontos
Quem mantémQuem escreveu, enquanto estiver por pertoQuem montou os fluxosPlataforma versionada, com suporte
Para ser justo: se você precisa de um único fluxo simples e não pretende crescer, um iPaaS resolve por muito menos. O Datasync compensa quando há regra de negócio na travessia, volume, auditoria, ou mais de dois sistemas na conta.
Ficha técnica

O que a sua TI vai querer perguntar antes de aprovar.

Nada aqui é mágica. São duas APIs conhecidas, com armadilhas conhecidas, e um motor no meio que trata cada uma delas.

Lado Agendor

Interface
API v3 REST, api.agendor.com.br
Autenticação
Token gerado em Menu → Integrações → Token da API
Tempo real
12 eventos de webhook: negócio criado, ganho, perdido, etapa alterada, além de pessoa e organização
Objetos
Negócios, pessoas, organizações, funis e etapas, produtos, atividades, campos personalizados
⚠️ Armadilha
Webhook respeita a privacidade do usuário dono do token. Com token de colaborador, chegam só os eventos que ele enxerga e a integração fica incompleta em silêncio. Sempre token de administrador.

SAP Lado SAP Business One

Interface
Service Layer /b1s/v2/, OData v4 (a v1 está depreciada)
Autenticação
Sessão via /Login com cookie B1SESSION, validade de 30 min. OAuth 2.0 a partir do FP 2305
Entidades
BusinessPartners, Items, Quotations, Orders, Invoices
Campos próprios
UDFs aparecem com prefixo U_ e são lidos e gravados como os nativos
⚠️ Armadilhas
Página padrão de 20 registros; não há join entre entidades numa consulta; a primeira chamada da sessão leva ~5s e as seguintes ~20ms, então reuso de sessão é obrigatório; e como o B1 costuma ser on-premise, entram VPN, allowlist de IP, certificado próprio e roteamento multi-empresa

🌉 O que o Datasync põe entre os dois

Trilho transacional
Webhook do Agendor → fila → validação → Service Layer, com chave de idempotência por negócio para que reprocessar nunca gere pedido duplicado no ERP
Trilho analítico
Carga incremental separada, em camada Bronze imutável, para não competir com a janela transacional nem estourar a sessão do B1
De-para persistido
Tabela de correspondência entre chaves dos dois lados (cliente por CNPJ, produto por código, vendedor, condição de pagamento), versionada e auditável
Fila de exceção
O que não passa na validação fica retido com motivo legível, responsável e ação de reprocessar — nunca entra torto no ERP
Onde roda
BYOC com ClickHouse na sua AWS, Azure ou GCP, ou gerenciado com database isolado por empresa e secrets em Azure Key Vault
Como é o projeto

Ponte é projeto, e a gente prefere dizer isso na primeira reunião.

Não existe ponte entre CRM e ERP que se resolva colando um token. Regra de preço, alçada de desconto, centro de custo e o que fazer com o pedido devolvido são decisões da sua operação, não configurações. O que a plataforma faz é tirar do projeto tudo que é encanamento.

Fase 1Diagnóstico

Reunião com comercial e TI: quais fluxos, quais campos, quais regras e — importante — o que fica de fora. Sai com escopo e estimativa.

Fase 2Acesso e de-para

Token do Agendor, acesso ao Service Layer, VPN se for on-premise, e a conciliação inicial de clientes e produtos entre os dois lados.

Fase 3Ponte em homologação

Travessia rodando contra a base de teste do ERP, com fila de exceção ativa e validação ligada. Ninguém grava em produção ainda.

Fase 4Piloto assistido

Um time, um funil, volume real e acompanhamento diário. É aqui que aparecem as regras que ninguém lembrou de contar.

Fase 5Produção e evolução

Rollout, alertas calibrados, painéis prontos e o catálogo aberto para a próxima ponte — que já não começa do zero.

Perguntas frequentes

O que a diretoria e a TI perguntam

Quanto tempo leva para ter a ponte no ar?

Depende quase inteiramente da complexidade da sua regra comercial, não da tecnologia. Uma travessia enxuta — negócio ganho vira pedido, catálogo volta — costuma ir para homologação em poucas semanas. Regra de preço por cliente, alçada de desconto, rateio por centro de custo e múltiplas empresas no mesmo B1 alongam o projeto. O diagnóstico existe justamente para você receber um número em vez de uma faixa.

Isso é um produto que eu configuro sozinho?

Não, e preferimos ser diretos: a ponte é entregue como projeto. A plataforma resolve o encanamento — conexão, fila, validação, replay, lineage, monitoramento — mas o mapeamento de campos e as regras de negócio são desenhados junto com a sua equipe. Quem promete integração CRM-ERP autoconfigurável em cinco minutos está descrevendo um fluxo de exemplo, não a sua operação.

E se o pedido for reprocessado? Vai duplicar no SAP?

Não. Cada travessia carrega uma chave de idempotência derivada do negócio no Agendor. Se o mesmo evento voltar — por retry, por falha de rede ou por replay manual — a plataforma reconhece que aquele pedido já foi criado e atualiza em vez de inserir. É a primeira coisa que testamos na homologação.

O que acontece quando o ERP está indisponível?

A travessia fica na fila, não se perde. Quando o Service Layer volta, o processamento retoma do ponto exato, na ordem correta. Você recebe alerta na hora da falha e outro na retomada — o oposto do integrador silencioso que só é descoberto quando o faturamento não bate.

Nosso SAP B1 é on-premise, atrás de firewall. Funciona?

Funciona, e é o cenário mais comum. Entram VPN site-to-site ou túnel dedicado, allowlist de IP e tratamento de certificado próprio. Se você tem várias empresas na mesma instalação, o roteamento por database é parte do escopo. Esse é um dos pontos que o diagnóstico levanta logo no começo, porque costuma ser o item de maior prazo — depende do seu time de infraestrutura, não do nosso.

Já temos um integrador para o SAP. Vocês substituem?

Não necessariamente, e frequentemente não é o melhor caminho. Se a ponte transacional já funciona, faz mais sentido o Datasync entrar por cima: consolidar Agendor, ERP e as demais fontes numa base analítica única e cuidar das próximas travessias. Trocar integração que está funcionando é risco sem prêmio.

E se o nosso ERP não for o SAP?

O motor é o mesmo. Protheus, Sankhya, Senior, CIGAM, Omie, Bling ou um sistema próprio: o que muda é o conector da ponta, não a plataforma. Sistemas sem API entram por leitura de banco ou arquivo, com o mesmo tratamento de qualidade e replay.

Quem é o dono do dado?

Você. No modelo BYOC, o ClickHouse roda na sua conta de nuvem e o dado nunca sai do seu ambiente. No modelo gerenciado, fica em database isolado por empresa, com secrets em Azure Key Vault, retenção definida e trilha de auditoria de 365 dias. Arquitetura LGPD-ready e SOC2.

A ponte serve para relatório também?

Serve, e sem projeto adicional. Tudo que atravessa fica organizado em Bronze, Silver e Gold, então o mesmo pipeline que cria o pedido no ERP alimenta o Power BI, o Metabase ou o DataMind. Na prática é onde muita gente descobre o número que nunca teve: margem real por vendedor, cruzando o negócio ganho no Agendor com faturamento, devolução e desconto no ERP.

Comece pelo diagnóstico

Traga a sua regra comercial. A gente traz o encanamento.

Uma reunião com o seu comercial e a sua TI. Você sai com o desenho da travessia, o que fica de fora e uma estimativa — não com um orçamento genérico.

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